Branda, branda a voz que é
ouvida,
Sincero o olhar que orienta,
Fugaz o caminho que se
apresenta.
Partir ou deixar-se ficar?
Plaina o pássaro errante. Sem
pousada.
Em qual país, por quais
quadrantes?
Perseguidores de iguarias a
sustento,
Consumidores de ironias a
contento.
Do hábil conselho é demente.
Em abrupto espasmo enxota,
Espezinha, arrota e se cala.
Incoerente, ignora a luz.
Inconsequente, segue bestial.
Imprudente situação.
Poesia de Teresa Azevedo extraído do livro “Peripécias de
Poeta” que pode ser adquirido no site www.clkubedeautores.com.br
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