quarta-feira, 3 de junho de 2020

Amigo, presente de Deus

Caminhava eu pela estrada da vida, solitária, perdida... Precisava de um ombro para chorar a minha dor. Então orei a Deus aturdida: — Deus, Oh Deus! Dá-me uma luz, uma guarida. Sei que tenho a Ti e maior que a Tua majestade nada existe, Mas na pequenez da minha humanidade, Peço-lhe alguém de carne como eu Para me ouvir desabafar sem reservas. E Deus, em Sua infinita bondade me ouviu. Concedeu-me não só um amigo, mas um irmão de coração. Com ele pude me derramar, aconselhar-me e até orientar-me na poesia. A Deus minha gratidão. Dedicado ao amigo, irmão e mestre Fábio Renato Villela (in memoriam)

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